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Os efeitos do álcool na dieta

A bebida alcoólica é obtida por meio de um processo de fermentação e fornece em torno de 7,1 Kcal/g.

O seu consumo em excesso traz alguns prejuízos para o organismo como, por exemplo, alteração na absorção de nutrientes, sobrepeso, obesidade, aumento da circunferência abdominal, metabolismo alterado, alteração na flora intestinal podendo até interferir na imunidade.

A taxa metabólica do álcool pode ser influenciada por inúmeros fatores como a idade, quantidade ingerida, estado de saúde da pessoa que está consumindo, diferença de gênero, fatores genéticos e variações de enzimas que metabolizam o álcool.

A ingestão de vinho e cerveja pode provocar, segundo estudos, um maior efeito depressor de relaxamento e cansaço comparado a outras bebidas. Já os destilados possuem uma tendência a provocar um efeito maior de euforia, seguido de tristeza e agressividade.

Quando o uso de bebidas alcoólicas é abusivo, a tendência é que o sono fique acelerado e esse estado profundo chegue mais rápido.

O impacto da ingestão de bebidas alcoólicas na dieta

O excesso de bebida alcoólica atrapalha o emagrecimento e a busca por um corpo definido, mesmo nas pessoas que praticam exercícios com frequência ou que seguem uma dieta restritiva.

Isso acontece porque as bebidas são ricas em calorias que não nutrem o nosso organismo e ainda sobrecarregam o fígado.

No organismo, o álcool diminui a produção do hormônio antidiurético, responsável por regular a perda de água do organismo.

Por ser diurético, o álcool ainda aumenta a necessidade de urinar, intensificando a ida ao banheiro durante a noite. Assim, todo esse líquido perdido ocasiona a desidratação da pele, o maior órgão do corpo humano.

O resultado: ressecamento, lesões, vermelhidão, coceira e descamação.

Jéssica Leanza | Nutricionista clínica e ortomolecular

@nutrijessicaleanza

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