Leave-in ou creme para pentear?

Leave-in ou creme para pentear?

Leave-in ou creme para pentear. Uma dúvida que povoa as cabeças femininas. Afinal, quando usar um e quando usar o outro? A terapeuta capilar Sheila Bellotti explica que popularmente chamamos de Leave-in, o que na Cosmetologia denomina-se de Leave-on (por cima) e não dentro ou incorporado ao fio de cabelo. Geralmente, as formulações são elaboradas com bases de quatérnios e poliquatérnios, entre outros, para condicionamento dos cabelos, facilidade ao pentear, proteção térmica, proteção contra radiação solar, abrasão, efeito “fly-way”, anti-frizz, entre outros. Apesar de a proposta cosmética parecer diferente, o leave-on u leave-in, como é mais comumente conhecido, na maioria das vezes é apresentado como forma de finalização, porém, a cosmética contemporânea já desenvolveu produtos com esta forma de apresentação, também para auxiliar a pentear, tratar e desembaraçar os cabelos. Ou seja, depende da função do produto, um produto para pentear pode se apresentar sob a forma de leave-on.

Segundo Sheila, o importante é a escolha correta dos ativos para atingir o objetivo que se propõe. Um bom exemplo  é a utilização de um produto, para manutenção da cor:  A associação de um poliquatérnio (ativo utilizado na formulação do produto), com uma cera, D-pantenol, pode auxiliar na retenção dos pigmentos no interior dos fios, acrescentando-se a ativos contra radiação solar e mantenedores da cor , retardam o desbotamento indesejado.  “Este produto, também pode ser desenvolvido e aplicado sob a forma de leave-on,  auxiliando  a consumidora a manter por mais tempo o brilho e a fidelidade da cor atingida no momento da coloração”, revela a especialista.

Em geral, os leave-on são mais usados em cabelos crespos e que utilizam químicas.   Mas como citei, as novas propostas apresentam estes produtos com uma formulação leve, não oleosa que se aplica até aos cabelos mais finos e frágeis. Um bom exemplo são as pomadas anti-frizz ou modeladoras.  A pessoa só deve usar creme para pentear quando for necessário facilitar a penteabilidade. Escolher um produto que proporcione a penteabildade, sem danificar a fibra e um leave-on para proteger contra os danos dos raios UVA e UVB ou ainda como proteção da cor é um bom exemplo.

Já os cabelos oleosos não suportam exposição excessiva de produtos. É essencial analisar o couro cabeludo e saber, inclusive se há caspa ou seborréia, para então decidir quais os produtos utilizar. Sheila Bellotti ainda ressalta que o excesso de uso dos dois pode causar prejuízos. “Um dos indesejáveis efeitos é “build-up”, que quer dizer sobrepor ativos, danificando a fibra, destruindo as cutículas, tornando os cabelos opacos, frágeis e quebradiços”, aponta.

Sobre ser melhor usá-los nos cabelos secos, úmidos ou molhados isso irá depender da proposta da formulação. Além disso, existem vários produtos que se propõe a serem protetores térmicos podendo ainda potencializar o efeito da escovação. Os principais ativos que devem conter estes são: Óleo de abacate, que deixa o cabelo macio e sedoso, protegendo-o contra a umidade; Proteína natural de milho, que reestrutura as fibras, deixando o cabelo mais resistente contra os agentes agressores e, ainda Extrato de caxemira, que amacia a superfície do fio capilar. Quanto ao pH dos produtos,  frequentemente possuem um ph ácido para manter a cutícula fechada.

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